Maio, mês do trabalhador. Mas é também o MÊS DAS MÃES.

Por Daniela Bittar, psicóloga puerperal, perinatal e familiar, especialista em perda neonatal e gestacional. Co-fundadora do Sentir Mulher⠀

1 de maio, Dia do Trabalhador.
Mas também é Mês das Mães, portanto, vou aproveitar e trazer dois dados muito importantes:

  • Você sabia que as mulheres mães foram as mais prejudicadas na pandemia?
  • Mais de 8,5 milhões das mulheres perderam seus trabalhos nesse último ano, lembrando que 52% das famílias brasileiras são constituídas por mulheres solos.

E por incrível que pareça, uma mulher quando se torna mãe aumenta infinitamente sua capacidade produtiva, sua tolerância e empatia.

Já que hoje é 01 de maio, convido vocês a olharem para o mês inteiro, para a situação geral das mulheres maternas do Brasil: ✔️como as mães solos, sem creches, sem escolas, sem rede de apoio, podem trabalhar hoje em dia no nosso país? ✔️Já passou pela sua cabeça que se 52% das famílias brasileiras são constituídas por mães solos e 8,5 milhões de mulheres perderam seus empregos, se não temos creches e nem escolas, como que essas mulheres estão fazendo para sustentar os seus filhos?

Não é novidade nenhuma para ninguém que quem mais está adoecendo psicologicamente por conta da sobrecarga nessa pandemia são as mulheres.

Então, esse é um convite para a introspecção, a pensarmos e revertermos de uma vez por todas esse quadro. Nós, mulheres, precisamos de segurança para trabalhar, precisamos de rede de apoio para seguirmos em frente.

Vocês acham que, hoje, isso é possível?
Como está na sua casa?

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